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Amizades espirituais

"Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos. Já não vos chamo servos, [...] mas amigos". João 15.13 e 15

Earl C. Willer conta a história de Jim e Phillip, dois meninos que cresceram juntos e se tornaram melhores amigos. Atravessaram a adolescência e a juventude juntos, e depois da universidade decidiram se tornar fuzileiros navais norte-americanos. Por uma casualidade rara, foram enviados para a Alemanha e lutaram lado a lado em uma das mais cruéis batalhas da Segunda Guerra Mundial. No meio da batalha, sob fogo cruzado, explosões e muitas perdas, receberam ordem do comandante para recuar. Enquanto corriam na fuga, Jim percebeu que Phillip não estava ali. Em pânico, percebeu que se Phillip não retornasse em um ou dois minutos, nunca mais o faria. Pediu ao comandante para voltar e buscar o amigo, mas não obteve permissão, sob a justificativa de que seria suicídio. Arriscando a própria vida, Jim voltou ao encontro de Phillip. Com o coração quase explodindo e sem fôlego, sumiu entre a fumaça gritando pelo nome dele. Poucos instantes depois, tinha o amigo ferido nos braços, e tudo quanto conseguiu foi presenciar o último suspiro de vida de Phillip. Ao regressar para juntar-se aos soldados, o comandante estava aos berros. Dizia que aquele fora um ato impensado, inconsequente e inútil. “Seu amigo estava morto, e não havia nada que você pudesse fazer”. “O senhor está errado”, replicou Jim. “Cheguei a tempo. Antes de morrer, suas últimas palavras foram: Eu sabia que você viria”.

A verdadeira comunhão é o lugar mais seguro da Terra, porque é um pedacinho do Céu que desceu a nós. É uma prévia de como tudo será enfim. Quem almeja o céu, almeja essa comunhão. Precisamos de amizades espirituais, aquelas que começam a se formar nas regiões celestiais e que fazem toda a diferença nos momentos de encruzilhadas da vida. Precisamos de pessoas de carne e osso, que nos olham nos olhos. Precisamos de pessoas que nos tocam num abraço, que nos tocam as emoções com afetividade, que tocam nossas decisões com suas intercessões, que tocam nosso futuro construindo-o junto conosco e que tocam nossa eternidade nos lembrando sempre que o sentido e o alvo da vida é Cristo. Precisamos de amizades espirituais, amigos que voltem ao campo de batalha e arrisquem sua vida por nós. Amigos que nos segurem nos braços, ainda que seja quase tarde demais. Amigos que sabíamos que voltariam por nós a despeito de todos os riscos. Foi assim que Jesus fez por nós! Agora Ele espera que façamos o mesmo uns pelos outros.

Envolva-se com um Grupo Pequeno, é um excelente lugar para iniciar amizades espirituais.

 

Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos.

Já não vos chamo servos, [...] mas amigos. João 15.13 e 15

Earl C. Willer conta a história de Jim e Phillip, dois meninos que cresceram juntos e se tornaram melhores amigos. Atravessaram a adolescência e a juventude juntos, e depois da universidade decidiram se tornar fuzileiros navais norte-americanos. Por uma casualidade rara, foram enviados para a Alemanha e lutaram lado a lado em uma das mais cruéis batalhas da Segunda Guerra Mundial. No meio da batalha, sob fogo cruzado, explosões e muitas perdas, receberam ordem do comandante para recuar. Enquanto corriam na fuga, Jim percebeu que Phillip não estava ali. Em pânico, percebeu que se Phillip não retornasse em um ou dois minutos, nunca mais o faria. Pediu ao comandante para voltar e buscar o amigo, mas não obteve permissão, sob a justificativa de que seria suicídio. Arriscando a própria vida, Jim voltou ao encontro de Phillip. Com o coração quase explodindo e sem fôlego, sumiu entre a fumaça gritando pelo nome dele. Poucos instantes depois, tinha o amigo ferido nos braços, e tudo quanto conseguiu foi presenciar o último suspiro de vida de Phillip. Ao regressar para juntar-se aos soldados, o comandante estava aos berros. Dizia que aquele fora um ato impensado, inconsequente e inútil. “Seu amigo estava morto, e não havia nada que você pudesse fazer”. “O senhor está errado”, replicou Jim. “Cheguei a tempo. Antes de morrer, suas últimas palavras foram: Eu sabia que você viria”.

A verdadeira comunhão é o lugar mais seguro da Terra, porque é um pedacinho do Céu que desceu a nós. É uma prévia de como tudo será enfim. Quem almeja o céu, almeja essa comunhão. Precisamos de amizades espirituais, aquelas que começam a se formar nas regiões celestiais e que fazem toda a diferença nos momentos de encruzilhadas da vida. Precisamos de pessoas de carne e osso, que nos olham nos olhos. Precisamos de pessoas que nos tocam num abraço, que nos tocam as emoções com afetividade, que tocam nossas decisões com suas intercessões, que tocam nosso futuro construindo-o junto conosco e que tocam nossa eternidade nos lembrando sempre que o sentido e o alvo da vida é Cristo. Precisamos de amizades espirituais, amigos que voltem ao campo de batalha e arrisquem sua vida por nós. Amigos que nos segurem nos braços, ainda que seja quase tarde demais. Amigos que sabíamos que voltariam por nós a despeito de todos os riscos. Foi assim que Jesus fez por nós! Agora Ele espera que façamos o mesmo uns pelos outros.

Envolva-se com um Grupo Pequeno, é um excelente lugar para iniciar amizades espirituais.

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