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Boletins Semanais

A oração sem barreiras

“Ore em todo o tempo com toda oração e súplica no espírito, e vigia nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos” (Efésios 6:18).

Você já se sentiu frustrado em circunstâncias em que orou a Deus, e como teve urgência na resposta e ela não veio no tempo que queria? Você começou a buscar soluções próprias?
A Bíblia nos revela que a oração funciona poderosamente, mas que também é preciso identificar barreiras que podem estar “bloqueando” e tornando nossa oração ineficaz. Podemos diagnosticar estas barreiras e trata-las de forma a transformar a oração em uma aventura diária e contínua com Deus.
Vejamos a oração com barreiras, inútil e sem efeito. a) Orar sem conhecer a Deus. Orar sem ter fé em Cristo Jesus como Senhor e Salvador (João 14:6) e como único mediador (I Timóteo 2:5); b) Orar sem arrependimento (Salmos 66:18-19). Orar sem estar arrependido de coração, sem confessar todos os pecados e ter mudança de atitude e coração; c) Orar “dramatizando”, como se fizesse uma peça teatral (Mateus 6:5-6). Isso acontece quando mudamos nossa postura e não mostramos nosso coração de fé e vida de amor e obediência a Jesus; d) Orar sem ter vida, com palavras vazias, decoradas e repetidas (Mateus 6:7-8). Esta oração não expressa amor e respeito a Deus Pai; e) Orar sem respeitar seu cônjuge (I Pedro 3:7). Essa barreira é tão forte que Deus não ouve a oração do marido e da esposa. Muitos “crentes” vivem em derrota por viver em um ambiente de brigas e agressões, sem exercer o perdão ao cônjuge. Deus não convive com o pecado e nem com a amargura no coração por outra pessoa (Marcos 11:25-26).
Mas há a oração sem barreiras, que glorifica a Deus, produz efeito e traz resultado. a) Orar com fé (Mateus 7:7-8 e 11), onde buscamos e perseveramos com fé em Jesus (Marcos 11:24); b) Orar dentro da vontade de Deus. Isto é, vivendo Jesus em todo tempo, em todo lugar e em toda circunstância (I João 5:14); c) Orar em nome de Jesus, o nome mais poderoso (Filipenses 2:9), considerando e reconhecendo a reputação, autoridade e trajetória de Jesus, e não algo em mim mesmo. Esse nome tem poder; d) Orar vivendo em obediência, em uma vida plena, reconhecendo e confessando imediatamente nossos pecados (I João 3:21-22 e João 15:7).
Nosso desafio é olhar para dentro de nós mesmos, exercer com o poder do Espírito Santo uma autoavaliação onde podemos ter a coragem de ver e enxergar as barreiras que impedem a graça de Deus de ser abundante em nós, e tomar passos concretos e constantes para viver o evangelho de Jesus, como Ele quer para nós, Igreja de Cristo.

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Vida sobrenatural sem medida

"Pois aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus, porque ele dá o Espírito sem limitações". João 3.34

A Bíblia ensina que a vida cristã é 100% sobrenatural. Não há vida cristã sem a vida do Espírito Santo em nós. Nossa força de vontade, nossa disciplina pessoal, nossa dedicação e comprometimento, jamais serão suficientes para nos conduzir a qualidade de vida espiritual que Cristo gera em nós através do Espírito Santo.
Nós carecemos do Espírito Santo. Dependemos dEle. Precisamos andar nEle (Gálatas 5.16). Sem nascermos do Espírito Santo não podemos ver ou entrar no Reino de Deus (João 3.3 e 5).
Se o Espírito Santo é indispensável para nossa vida, como podemos nos encher dEle? Como podemos experimentar de Sua plenitude e sermos controlados pela Sua presença?
Creio que uma chave para isso é aplicarmos a nossa vida a compreensão de João Batista sobre a obra de Cristo e do Espírito Santo. Como ele afirma no texto acima, Cristo, o Filho enviado por Deus, dá o Espírito sem limitações, sem medida.
Isso significa que o Senhor Jesus dá a todo aquele que crê a plenitude do Espírito Santo. Não há nada racionado, fracionado, limitado. Nós não precisamos fazer coisas absurdas ou grandiosas para que Jesus nos dê do Seu Espírito.
Por muitas vezes em minha vida eu pensei que teria que ficar clamando incessantemente para que Jesus me desse o Espírito Santo. Mas não é isso que vemos na declaração de João Batista.
Mas a pergunta que surge então é a seguinte: “Se Jesus Cristo dá o Seu Espírito sem limitações, por que tão poucas pessoas parecem viver plenamente a vida do Espírito”? Creio que encontramos a resposta na declaração de João Batista. Ele afirma a respeito de Cristo: “É necessário que Ele cresça e que eu diminua” (João 3.30).
Isso significa que nós nos tornamos cheios do Espírito Santo à medida que nos esvaziamos de nós mesmos. As pessoas mais cheias do Espírito são aquelas que se esvaziam de si mesmas através de atitudes concretas de amar e servir a Deus e as pessoas. Onde a nossa vontade é diminuída a vontade de Deus prevalece.
Essa é a dinâmica do esvaziamento. A verdade é que algumas pessoas são mais cheias do Espírito Santo porque elas se esvaziam mais de si mesmas. Cristo dá o Espírito sem limitações a todos os que creem, mas nem todos os que creem esvaziam-se.
Reflita. Quem está no controle de sua vida? Você ou o Espírito Santo? Você tem rendido a Ele o controle absoluto do seu ser? Se não, volte-se agora mesmo para Cristo de todo o seu coração, esvazie-se de si mesmo e deixe-o encher plenamente a sua vida. Viva a vida sobrenatural do Espírito, sem medida!

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Viva, corra e vença!

"Vocês não sabem que dentre todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prêmio? Corram de tal modo que alcancem o prêmio". 1 Coríntios 9.24

No mês de agosto o Brasil recebeu o maior evento esportivo do planeta, os Jogos Olímpicos. Nesta semana também teve início os Jogos Paraolímpicos. Os atletas são grandes exemplos para nós de determinação, disciplina, garra, resiliência, renúncia e sucesso.
Penso que é exatamente por isso que o apóstolo Paulo escolheu a corrida dos Jogos Olímpicos do seu tempo, como analogia para a corrida da fé que temos que vencer em Cristo (1 Coríntios 9.23-27). Baseados no texto de Paulo a Igreja de Corinto, nós podemos relacionar alguns princípios para vivermos, corrermos e vencermos:
1 – O Treinamento faz o atleta. Em sua analogia, Paulo afirma que os atletas se submetem a um treinamento rigoroso para conquistarem uma coroa que perece com este mundo (verso 25). Isso significa que é imprescindível que o cristão desenvolva sua rotina rigorosa de treinos para vencer na fé. Este treinamento deve possibilitar a prática rotineira das disciplinas espirituais, tais como: oração, jejum, meditação bíblica, adoração, serviço. Sem isso, o cristão não se mantém firme em sua fé e perde o privilégio de conquistar a coroa eterna. Deixe-me lhe perguntar: Você tem um sistema de treinamento para vencer a corrida da fé?
2 – O Alvo guia o atleta. Paulo afirma que assim como os atletas, ele não corria sem alvo (verso 26). E por que eles fazem isso? Porque o alvo dá direção e gera motivação ao atleta. Da mesma forma, nós cristãos precisamos manter os nossos olhos firmemente focados no alvo de nossa caminhada, a vida eterna com Deus. Podemos afirmar que o alvo de amanhã determina as nossas escolhas e atitudes de hoje. O que as pessoas que lhe conhecem diriam a respeito do seu alvo de vida ao avaliarem suas atitudes e escolhas no presente?
3 – O atleta é o maior adversário do atleta. Paulo afirma que esmurrava o seu próprio corpo para que fosse seu escravo (verso 27). Isso significa que ele não usava meias medidas consigo mesmo. Ele estava tão determinado em alcançar o seu alvo, que não permitiria que nada em si mesmo o impedisse. A verdade é que todo atleta tem um inimigo íntimo a ser vencido, ele mesmo. Do mesmo modo, o maior inimigo do cristão é ele mesmo. Para ser vencedor, o cristão tem que vencer a preguiça, o negativismo, a baixa autoestima, a vaidade, os maus desejos, a sua natureza pecaminosa e tudo o que em seu coração se opõe ao propósito de Deus em sua vida.
A minha oração é para que você desfrute da companhia maravilhosa de Jesus e que você corra para vencer!

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Amizades espirituais

"Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos. Já não vos chamo servos, [...] mas amigos". João 15.13 e 15

Earl C. Willer conta a história de Jim e Phillip, dois meninos que cresceram juntos e se tornaram melhores amigos. Atravessaram a adolescência e a juventude juntos, e depois da universidade decidiram se tornar fuzileiros navais norte-americanos. Por uma casualidade rara, foram enviados para a Alemanha e lutaram lado a lado em uma das mais cruéis batalhas da Segunda Guerra Mundial. No meio da batalha, sob fogo cruzado, explosões e muitas perdas, receberam ordem do comandante para recuar. Enquanto corriam na fuga, Jim percebeu que Phillip não estava ali.Em pânico, percebeu que se Phillip não retornasse em um ou dois minutos, nunca mais o faria. Pediu ao comandante para voltar e buscar o amigo, mas não obteve permissão, sob a justificativa de que seria suicídio. Arriscando a própria vida, Jim voltou ao encontro de Phillip. Com o coração quase explodindo e sem fôlego, sumiu entre a fumaça gritando pelo nome dele. Poucos instantes depois, tinha o amigo ferido nos braços, e tudo quanto conseguiu foi presenciar o último suspiro de vida de Phillip. Ao regressar para juntar-se aos soldados, o comandante estava aos berros. Dizia que aquele fora um ato impensado, inconsequente e inútil. “Seu amigo estava morto, e não havia nada que você pudesse fazer”. “O senhor está errado”, replicou Jim. “Cheguei a tempo. Antes de morrer, suas últimas palavras foram: Eu sabia que você viria”.

A verdadeira comunhão é o lugar mais seguro da Terra, porque é um pedacinho do Céu que desceu a nós. É uma prévia de como tudo será enfim. Quem almeja o céu, almeja essa comunhão. Precisamos de amizades espirituais, aquelas que começam a se formar nas regiões celestiais e que fazem toda a diferença nos momentos de encruzilhadas da vida. Precisamos de pessoas de carne e osso, que nos olham nos olhos. Precisamos de pessoas que nos tocam num abraço, que nos tocam as emoções com afetividade, que tocam nossas decisões com suas intercessões, que tocam nosso futuro construindo-o junto conosco e que tocam nossa eternidade nos lembrando sempre que o sentido e o alvo da vida é Cristo. Precisamos de amizades espirituais, amigos que voltem ao campo de batalha e arrisquem sua vida por nós. Amigos que nos segurem nos braços, ainda que seja quase tarde demais. Amigos que sabíamos que voltariam por nós a despeito de todos os riscos. Foi assim que Jesus fez por nós! Agora Ele espera que façamos o mesmo uns pelos outros.

Envolva-se com um Grupo Pequeno, é um excelente lugar para iniciar amizades espirituais.

 

Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos.

Já não vos chamo servos, [...] mas amigos. João 15.13 e 15

Earl C. Willer conta a história de Jim e Phillip, dois meninos que cresceram juntos e se tornaram melhores amigos. Atravessaram a adolescência e a juventude juntos, e depois da universidade decidiram se tornar fuzileiros navais norte-americanos. Por uma casualidade rara, foram enviados para a Alemanha e lutaram lado a lado em uma das mais cruéis batalhas da Segunda Guerra Mundial. No meio da batalha, sob fogo cruzado, explosões e muitas perdas, receberam ordem do comandante para recuar. Enquanto corriam na fuga, Jim percebeu que Phillip não estava ali. Em pânico, percebeu que se Phillip não retornasse em um ou dois minutos, nunca mais o faria. Pediu ao comandante para voltar e buscar o amigo, mas não obteve permissão, sob a justificativa de que seria suicídio. Arriscando a própria vida, Jim voltou ao encontro de Phillip. Com o coração quase explodindo e sem fôlego, sumiu entre a fumaça gritando pelo nome dele. Poucos instantes depois, tinha o amigo ferido nos braços, e tudo quanto conseguiu foi presenciar o último suspiro de vida de Phillip. Ao regressar para juntar-se aos soldados, o comandante estava aos berros. Dizia que aquele fora um ato impensado, inconsequente e inútil. “Seu amigo estava morto, e não havia nada que você pudesse fazer”. “O senhor está errado”, replicou Jim. “Cheguei a tempo. Antes de morrer, suas últimas palavras foram: Eu sabia que você viria”.

A verdadeira comunhão é o lugar mais seguro da Terra, porque é um pedacinho do Céu que desceu a nós. É uma prévia de como tudo será enfim. Quem almeja o céu, almeja essa comunhão. Precisamos de amizades espirituais, aquelas que começam a se formar nas regiões celestiais e que fazem toda a diferença nos momentos de encruzilhadas da vida. Precisamos de pessoas de carne e osso, que nos olham nos olhos. Precisamos de pessoas que nos tocam num abraço, que nos tocam as emoções com afetividade, que tocam nossas decisões com suas intercessões, que tocam nosso futuro construindo-o junto conosco e que tocam nossa eternidade nos lembrando sempre que o sentido e o alvo da vida é Cristo. Precisamos de amizades espirituais, amigos que voltem ao campo de batalha e arrisquem sua vida por nós. Amigos que nos segurem nos braços, ainda que seja quase tarde demais. Amigos que sabíamos que voltariam por nós a despeito de todos os riscos. Foi assim que Jesus fez por nós! Agora Ele espera que façamos o mesmo uns pelos outros.

Envolva-se com um Grupo Pequeno, é um excelente lugar para iniciar amizades espirituais.

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O poder de Jesus sobre a fragilidade da família

“Não tenha medo; tão somente creia". Marcos 5.36b

A família é um bem precioso que nasceu no coração de Deus, Ele ama profundamente cada integrante da nossa família. Deus criou a família para ser um ambiente de intimidade, proteção, cuidado, fé, de aprender quem Ele é. Mas por causa do pecado, a família se tornou um lugar onde pode haver dor, decepção, doenças, traições, ausência de Deus. Se tornou um lugar frágil aos perigos desse mundo.
No Evangelho de Marcos 5.21-42 temos a história de Jairo, um pai que se depara com uma situação de dor dentro do seu lar, a qual ele era incapaz de resolver, pois sua filha de 12 anos estava gravemente enferma a beira da morte. Jairo toma uma decisão e assume posturas que se tornaram um referencial para nós, de como podemos desfrutar do poder de Jesus sobre a fragilidade de nossa família. Diante do impossível Jairo reconheceu que para Jesus tudo era possível. Ele correu na direção de Jesus em busca de socorro, reconhecendo-o como única solução para sua dor. Jairo teve que atravessar uma multidão que cercava Jesus, encarou seus obstáculos, agiu unicamente por fé. Quando Jairo se encontra com Jesus e pede-lhe socorro, a Bíblia diz que Jesus vai com ele. “Jesus é socorro bem presente na hora da angústia” (Salmo 46). Mas quando Jesus estava indo com ele, chegaram algumas pessoas e lhe disseram que sua filha havia morrido e que não precisava mais incomodar o Mestre. Aquelas pessoas presumiram que a mudança nas circunstâncias poderia alterar o poder de Jesus. Mas a palavra de Jesus a nós é a mesma que Ele deu a Jairo: “Não tenha medo; tão somente creia”. Jesus ignora os matadores da esperança, que não estavam vivendo a mesma fé que Jairo nutria no Seu poder. Jairo permite que Jesus tenha a última palavra nos assuntos do seu lar. Quando Jairo chegou a sua casa com Jesus já havia um alvoroço, pessoas chorando descontroladas e lamentando em alta voz. Quando Jesus tenta acalmá-las, de choro descontrolado elas passam a rir Dele. Jesus então ordena que elas fiquem de fora e leva consigo somente seus discípulos e os pais da criança, e nesse ambiente de fé a filha de Jairo é ressuscitada. Os pais não se descontrolaram, tinham paz em Jesus e contemplaram o milagre.
Jesus é o socorro que precisamos para os assuntos de nossa casa. Faça como Jairo: aja unicamente por fé em Jesus, não se associe com os que matam a esperança, envolva-se com pessoas que promovem a fé e creia no poder da ressurreição. Seja o que for que morreu na sua família, Jesus tem poder para ressuscitar: amor, harmonia, equilíbrio, perdão, salvação, paz. Não tenha medo, tão somente creia!

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O Pai que me busca

"A seguir, levantou-se e foi para seu pai. Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou... Pois este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado". Lucas 15.20 e 24

O capítulo 15 do Evangelho de Lucas registra três conhecidas parábolas de Jesus. Através delas nós somos capazes de conhecer um aspecto amorosamente perturbador a respeito do coração de Deus, o qual se revela em todo contexto das Escrituras Sagradas – Deus é um Pai de amor que busca incessantemente o coração dos Seus filhos.


A primeira parábola revela um pastor que buscou a ovelha perdida. A segunda parábola nos mostra uma mulher que exaustivamente buscou uma moeda perdida. A terceira parábola revela um pai que amorosamente vai em direção (busca) do filho perdido e que o abraça e o beija, quando este apareceu no caminho. E ainda, nos mostra um pai que sai da festa para buscar o filho mais velho, que irado e orgulhoso, se recusava a participar da celebração de alegria do pai por ter de volta o seu filho perdido.
Todas essas parábolas nos mostram um Deus que busca os Seus filhos. É também o que vemos nos relatos bíblicos: Deus buscando Seus filhos quando estes se distanciaram dEle, seja por desobediência e rebeldia, como no caso do profeta Jonas ou do rei Manassés de Judá; por pecado, como no caso do rei Davi ou do apóstolo Pedro; ou mesmo por ignorância da verdade, como no caso do centurião Cornélio, do publicano Zaqueu e da mulher samaritana.
Deus está sempre em busca dos Seus filhos, nas mais diversas circunstâncias, para perdoá-los e trazê-los para Si mesmo. É exatamente isso que a Bíblia chama de salvação.
Deus é sempre o iniciador do relacionamento com o ser humano. Nunca é o ser humano que se encontra. Ele sempre é encontrado por Deus. Não é o ser humano quem se salva; é Deus quem o salva. Jesus não disse que o filho perdido se encontrou ou se achou, mas que ele foi achado. Ele estava morto e recebeu vida, a vida de Deus.
Como o apóstolo João afirmou: “Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (João 4.19). Isso significa que se você está buscando a Deus é porque Deus já buscou você e tem te encontrado. Nós podemos somente responder a iniciativa graciosa de Deus de se relacionar conosco. É Ele quem nos busca em nosso caminho de pecado e nos atrai para Si mesmo.
Deus está buscando você hoje! Você já se deixou ser encontrado? Já rendeu a Ele todo o seu coração? Isso sim é salvação. É termos um relacionamento pleno de amor com o Pai que nos busca a cada dia para Si mesmo.

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Fugindo do Deus Todo-Poderoso

"Mas Jonas fugiu da presença do Senhor, dirigindo-se para Társis". Jonas 1.3

É possível fugir de Deus? O salmista afirmou que não: “Para onde poderia eu escapar do teu Espírito? Para onde poderia fugir da tua presença?” (Salmos 139.7). Porém, mesmo assim, há pessoas que tentam fugir de Deus. Na Bíblia a personagem mais conhecida que tentou essa façanha chama-se Jonas. Encontramos a sua história no livro de mesmo nome no Velho Testamento bíblico.


Tudo indica que Jonas foi um profeta cujo ministério teve forte atuação durante o reinado de Jeroboão II, no reino de Israel, entre os anos 787 e 747 a.C. Sendo assim, ele viveu em um período muito difícil e sob o regime de um rei perverso e idólatra. Se não bastasse isso, neste período, a maior ameaça para a nação de Israel era o império Assírio, cuja capital era Nínive.
Esse contexto nos ajuda a compreender a razão pela qual Jonas fugiu de Deus. O livro de sua história relata que Deus dera uma missão para ele muito importante: a missão de pregar na cidade de Nínive, a capital da nação que se constituíra no pior inimigo do seu povo.
Jonas era um nacionalista, tinha uma ideologia política fortemente arraigada dentro de si. Também era um profeta que viveu intensamente os dramas, os sonhos e as frustrações do povo de Israel. Sendo assim, o chamado de Deus lhe parecia loucura e completamente sem sentido.
Jonas representa muitos de nós, que, por várias razões, tentam fugir de Deus. Alguns de nós o fazemos por ignorância, outros por rebeldia, outros por não desejar render-lhe o coração e a vontade, outros ainda por não compreender os Seus planos ou por não aceitá-los.
O problema é que fugir de Deus, além de ser impossível, tem repercussões negativas em nossas vidas. Pois quando fugimos de Deus fugimos da fonte de todo amor e bondade, fugimos da paz interior, fugimos da consciência limpa, fugimos da comunhão das pessoas e da igreja, fugimos da ação do Espírito Santo.
O que é maravilhoso nesta história é que Deus não desiste de Jonas. Deus em sua perseguição amorosa está pronto a insistir obstinadamente para não perder um filho, um profeta e um líder. Embora Jonas estivesse determinado em fugir de Deus, ou até mesmo tivesse desistido dEle, Deus não desistiu de Jonas nem o abandonou.
Deus não desiste de você! Ele te oferece Sua presença, Seu amor, Sua salvação e o Seu propósito. Portanto, se esse for o seu caso, pare de fugir de Deus e fuja para Deus. Ao invés de correr dEle, corra para Ele! Você encontrará braços abertos e um relacionamento pleno de amor e significado.

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Siga as instruções, encontre vida!

Mateus 9 e 10

Ao ler os versículos finais do capítulo 9 do Evangelho escrito por Mateus, iremos conhecer um pouco mais sobre o lado relacional de Jesus e a forma como Ele se envolvia com as pessoas. Consequentemente, Ele conhecia a real necessidade dessas pessoas. Elas precisavam de cuidado, amor, amparo e direção. Precisam de “pastores”, homens e mulheres que poderiam abraça-las quando necessário, cuidar de suas feridas e guia-las pelo bom caminho. "Oremos para que Deus envie trabalhadores", disse Jesus.


Em seguida, no capítulo 10, após fazer a oração com os seus discípulos, Jesus lhes dá autoridade e os envia para pastorearem os aflitos e desamparados. Ele envia os seus doze discípulos para darem início a um grande projeto, que hoje nos serve como exemplo, um projeto onde nós somos os trabalhadores. E suas instruções a eles e a nós são as seguintes:
1. Comece pelos que estão próximos a você (v. 5-6). Comece por alguém da sua família, do seu trabalho, alguém do seu convívio social. Há pessoas perto de você que estão desamparadas e aflitas; 2. Pregue sempre uma mensagem (v. 7) - “O Reino dos Céus está próximo”. Ajude as pessoas, abrace-as, porém, nunca se esqueça de dizer a elas que Cristo está acessível hoje e que Ele voltará; 3. Faça tudo sem esperar algo em troca (v. 8) - É difícil não ser retribuído ou não receber gratidão, mas, “vocês receberam de graça, deem de graça”; 4. Creia que Deus te sustentará (v. 9-10) - Não são as coisas que você investe no Reino de Deus que te farão falta no futuro. Não se preocupe, Deus vai te sustentar no que você precisar. Dedique-se primeiro ao Reino; 5. Foque em quem se interessa (v. 11) - Há pessoas que não querem ser pastoreadas, mas mesmo assim gastamos tempo e investimos tudo nessa pessoa. Foque em pessoas que desejam. Sobre as pessoas difíceis, ore por elas. Deus fará o trabalho; 6. Continue o trabalho sempre (v. 14) - Não desista no primeiro não. Deus quer usar a sua vida para ministrar todos os que estão ao seu redor. Os “nãos” fazem parte, prossiga e veja o agir de Deus; 7. Esteja pronto para as consequências (v. 16-22 e 37-38) - Você encontrará no meio do caminho perseguições e contrariedades. Fique firme. Escolha sempre continuar Comigo (Jesus) e Eu estarei com você.
Se pensarmos que estaremos perdendo nosso tempo e a nossa vida quando estivermos vivendo o chamado de Cristo para sermos trabalhadores, nunca faremos o trabalho com excelência e dedicação. Não podemos esquecer que, na verdade, perder tempo, dinheiro e vida em prol do Reino de Deus, na verdade é encontrar a nossa verdadeira vida (v. 39).
Encontre vida, siga as instruções que Cristo lhe dá para o bom trabalho e sirva o Reino de Deus com muito amor e dedicação.

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Vida inigualável

“Ao amanhecer Jesus estava na praia...". João 21.4

O capítulo 21 do Evangelho de João apresenta um dos relatos mais tocantes dos evangelhos. No processo de crucificação de Jesus, Pedro o havia negado por três vezes de forma vergonhosa e covarde, mesmo tendo prometido a Ele que nunca o abandonaria. A sua decepção consigo mesmo foi tão grande a ponto de lança-lo de volta a vida que tinha antes de conhecer Jesus. Pedro voltou a pescar. O Pedro impetuoso, cheio de coragem, era agora o Pedro frustrado, inadequado, arrependido e sem perspectiva de futuro. Como sua vida poderia ter algum sentido depois de ter experimentado intensamente andar com Jesus e perde-lo?


Talvez você esteja lendo essa reflexão e pensando, que apesar de não ter negado Jesus verbalmente como fez Pedro, algumas de suas escolhas o lançaram para cada vez mais longe da intimidade com Jesus. Talvez, por sentimento de frustração e inadequação, você esteja se apoiando em sua zona de conforto ao invés de viver o fascinante projeto de Deus para a sua “única” vida nesse mundo.
Felizmente Jesus estava pronto a não permitir que uma escolha errada determinasse o futuro de Pedro. Depois de uma noite terrível e infrutífera em sua vida, “ao amanhecer Jesus estava na praia”. Jesus não aparece com barulho e pompa, mas de forma discreta e profundamente atraente. Pedro se lança desesperadamente ao mar e vai a braçadas ao seu encontro. Ele reconhece na “presença” de Jesus a esperança de perdão e recomeço. Longe de recebe-lo com discurso e sermões, Jesus preparou-lhe um ambiente acolhedor de provisão e comunhão, e quando Jesus fala com Pedro são palavras de cura, perdão, restauração e uma nova vida. Pedro passa a experimentar uma dimensão ainda mais profunda do amor de Jesus e um senso de valor e utilidade inigualável.
Jesus não mudou, Ele é o mesmo hoje. Jesus está pronto a não permitir que uma escolha errada o leve ao fracasso emocional e espiritual. Não importa sob qual frustrante zona de conforto você está apoiado, à deriva nessa noite escura e estéreo da sua vida. O que realmente importa é que Jesus está na praia da sua existência trazendo um amanhecer glorioso, cheio de provisão, cura, perdão e significado. Ele deseja e provisiona para que sua vida seja “mais”, para que sua vida seja “inigualável”!

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Grandes aos olhos de Deus

Então o anjo do Senhor apareceu a Gideão e lhe disse: "O Senhor está com você, poderoso guerreiro". (Juízes 6:12)

Gideão foi criado numa época muito sofrida para seu povo. Ele fazia parte da nação de Israel, que era o povo de Deus no AT. Se você ler toda a história registrada entre os capítulos 6 e 8 de Juízes, verá que eles tinham esconderijos nas montanhas, em cavernas e em fortalezas para fugir de outros povos que os subjugavam. Esses povos perseguidores fizeram uma pressão emocional tão grande sobre o povo de Israel, que eles pararam de lutar. Sendo assim, eles viviam a vida fugindo e se escondendo. A história descreve que Gideão nesse episódio estava malhando o trigo em um local para correr e escondê-lo dos midianitas, um povo inimigo.


O que me espanta nesta história é que Deus se revelou a Gideão e o chamou de “poderoso guerreiro”. Como é que Deus pôde chamá-lo dessa forma? Gideão não estava pronto para lutar, ele estava pronto para fugir. Ele não é era nem mesmo um guerreiro. Ele disse ao anjo do Senhor que ele era pequeno e incapaz de realizar a tarefa que Deus tinha para ele. Ele não pertencia a maior tribo de Israel, seu clã era o menos importante de sua tribo e ele era o menor da sua família.
Não é impressionante que Deus via Gideão de uma forma tão diferente da forma que Gideão via a si mesmo? A razão é que Deus não nos vê de acordo com o nosso presente, mas de acordo como nós podemos ser em nosso futuro. Ele vê o potencial que temos quando estamos em Suas mãos e o que podemos nos tornar em Sua presença.
É possível que você se sinta como Gideão – pequeno aos seus próprios olhos, incapaz de realizar as tarefas que estão à sua frente, inadequado para viver o propósito de Deus para sua vida. Assim como Gideão, talvez você esteja se concentrado em suas limitações, em suas dificuldades ou em sua fragilidade. Talvez você tenha vivido ou esteja vivendo sob uma pressão emocional tão grande, que não consiga ver o grandioso valor que você tem e seja incapaz de vislumbrar todo o seu potencial.
Lembre-se: você pode ser pequeno aos olhos das pessoas e até aos seus próprios olhos, mas você é grande aos olhos de Deus. É por isso que Ele deu a vida do Seu único filho por você.
Nosso grande desafio é alinhar o nosso coração com o coração de Deus, é ver a nós mesmos como Ele nos vê e viver de acordo com essa visão. Viva intensamente seu potencial na presença de Deus!

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Pacificadores

Mateus 5:9

O problema da violência entre os humanos é tão velho quanto à humanidade. Teve seu início quando Caim, dominado pela inveja ou desejo de ser Abel, matou o seu próprio irmão (Gn. 4). Os homens lutam e brigam até hoje, porque isso faz parte da natureza deles. Essa violência manifesta-se pela tirania, pelo abuso de poder por parte dos opressores sobre um grupo de pessoas e de várias outras formas. São vários os fatores que colaboram para seu crescimento.

A solução para o problema exige o diálogo, uma força tarefa de todas as frentes possíveis, e a igreja tem a sua parcela de contribuição sendo um desses “diversos setores da sociedade”. Jesus afirma que "Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus". A explicação para que após milhares de anos ainda estejamos vivendo num mundo onde não há paz, é que não pode haver paz no mundo enquanto não houver paz de Deus neste mundo. A paz que o mundo precisa é a paz do Reino de Deus aqui na terra. Uma paz que não significa um cessar de hostilidades, nem o momentâneo hiato numa guerra. É algo bem mais profundo. É uma relação especial com Deus, a que o homem é conduzido por Sua maravilhosa graça. É uma realidade espiritual no coração do homem que entra num contato vital com o Deus da paz (Ef. 2:14).
A Bíblia não nos deixa em dúvida quanto à natureza dessa paz que Cristo adquiriu para todos nós. Cristo conseguiu essa paz com o Seu sangue derramado na cruz. Ele é a única esperança de paz para a humanidade. Os conflitos do homem com seus semelhantes nada mais são que a expressão, no nível humano, do seu conflito contra Deus. Enquanto o homem não resolver esse conflito com Deus, não terá paz com seu semelhante. E se temos paz com Deus, e a consequente paz de Deus, fatalmente nos tornaremos pacificadores. Não só viveremos em paz com nossos semelhantes, mas estaremos sempre desejando levá-los a descobrir a fonte da verdadeira paz que é Cristo.
Ser pacificador é uma vocação nobre, mas na verdade não é algo que podemos produzir por nossos próprios esforços. Para ser um pacificador, precisamos conhecer o doador da paz. Como filhos de Deus, temos o privilégio e a responsabilidade de sermos pacificadores em nossos lares, de levarmos a paz em nossa comunidade, de pacificarmos nossas relações dentro da igreja e criar um ambiente de paz em nosso trabalho. Para levarmos paz a terra, precisamos conhecer a paz do céu, precisamos conhecer aquele que é a nossa paz. Portanto, não resista ao chamado de Jesus, seja um pacificador!

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"Você + Um": A missão continua com você

“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (Atos 1.8).

O relato de Atos deixa claro que o cristão deve ser cheio do Espírito Santo. Ele é o requisito principal e indispensável. Pode haver muitas qualidades desejáveis para qualquer crente em Jesus, mas apenas uma é indispensável: ser cheio do Espírito Santo. Ele nos faz viver uma vida prática e diária nesta tarefa de falar de Jesus aos perdidos. Ele é quem nos guia em nossa caminhada. Essa plenitude não esta relacionada apenas com nossas emoções e nossa experiência individual com Deus, mas também com a maneira como vivemos no dia-a-dia o fruto do Espírito (Gl 5.22-25).
Se olharmos para os relatos bíblicos podemos ver que todos que anunciaram o evangelho com autoridade foram homens cheios do Espírito Santo. O Próprio Jesus foi ungido com o Espírito Santo (At 10.38). Os cento e vinte discípulos do Cenáculo foram, todos eles, cheios do Espírito Santo (At 2.4). Pedro foi cheio do Espírito Santo ao discursar perante o Sinédrio (At. 4.8). Estevão, cheio do Espírito Santo, foi capacitado a dar irresistível testemunho por Cristo e a morrer como radiante mártir (At 6.3, 5, 7.55). Foi na plenitude do Espírito que Paulo iniciou e exerceu seu ministério singular (At 9.17; 13.9). Seu companheiro Barnabé estava cheio do Espírito (At 11.24).
Nos dias atuais, o que mais sofremos é que não estamos conseguindo enxergar esses princípios e fundamentos e muitas vezes estamos sendo levados a viver uma vida mais reservada, individual e egoísta, perdendo os valores de Deus em propagar o Evangelho e desafiar o mundo a olhar para aquilo que é eterno e que nos trará salvação – o perdão e a graça de Deus nos levando a sermos “pescadores de homens”.
Nossa 22ª Conferencia Missionária, neste fim de semana, com o tema: “VOCÊ + 1: A MISSÃO CONTINUA COM VOCÊ”, nos desafia a continuar nossa missão de evangelizar e fazer discípulos, a qual Jesus nos ordenou e estabeleceu como tarefa para sua Igreja. Essa tarefa é feita somente com a vida entregue em obediência a Deus e com o poder do Espírito Santo.
Que Deus fale em nossos corações de forma amorosa para que eu e você possamos continuar a missão de pregar o Evangelho a toda criatura.
Deus te abençoe

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Porque te abates, oh minha alma?

“Como a corsa procura ansiosamente um riacho, assim eu Te procuro e desejo, Ó Deus. Sinto sede de Deus, do Deus vivo; quando será que poderei estar de novo na sua presença”? Salmo 42.1-2

O salmista em questão estava profundamente abatido, num estado depressivo, pela seguinte causa: estava impedido de continuar adorando a Deus no templo como fazia no passado. A sua alma estava em profundo desespero a ponto de relembrar de como era bom quando conduzia o povo para adoração ao Senhor. Ele estava impedido por causa das perseguições dos seus inimigos que até mesmo zombavam dele ao perguntar: “onde está o teu Deus agora”? Sua alma ansiava pela presença do Senhor, assim como a corsa suspirava pelas águas quando tinha sede. Também nós somos afrontados hoje em dia. Os muitos problemas da vida podem nos trazer abatimento da alma! Podemos tirar deste episódio coisas importantes para nós:
1. Reconhecer que precisamos de Deus! O escritor tinha claramente isso em seu pensamento a ponto de falar a si mesmo: “quando voltarei a louvar o Senhor novamente”? Sabia mais do que nunca que dependia de Deus em todos os momentos de sua vida! Ele ansiava estar novamente na presença do Senhor para louvá-lo.
2. Viver para adorar ao Senhor! Este personagem dizia para si mesmo: tenha confiança em Deus! Ainda voltarei a louvar o Senhor, meu Deus e minha ajuda (Salmo 42:5). Essa era a sua convicção! Sabia que era para isso que tinha sido criado – para louvar a Deus! Também eu e você fomos criados com este propósito, pois somos o povo do Senhor!
3. Confiar que logo o problema findará! O seu sofrimento era uma questão de tempo, assim como qualquer problema que tenhamos que passar. A sua certeza era de que a tribulação um dia cessaria. Nisso também nós precisamos entender. Nenhum problema é maior do que o nosso Deus e quando entregamos nas mãos Dele a nossa angústia e decepções, obtemos alívio das nossas cargas.
Se em algum momento difícil da sua vida alguém lhe perguntar: onde está o seu Deus? Diga-lhe que Ele está atento a tudo em sua vida e que, mais cedo ou mais tarde, trará o refrigério que tanto a sua alma almeja! Lembre-se: Deus pode até ficar em silêncio por algum tempo, mas jamais fará vista grossa ao seu problema! Entregue-se a Ele, confie Nele, e o mais Ele fará! Tenha fé, pois não o adoramos pelo que Ele pode fazer, mas sim pelo que Ele é! Deus é Deus, isso basta!

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A vitória da alegria

"Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, alegrai-vos... Não andeis ansiosos de coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus” (Filipenses 4:4, 6-7).

Neste texto bíblico nós vemos que é possível viver com alegria quando a fonte de nossa alegria é o Senhor Deus. Isto não significa que não tenhamos que lutar contra alguns inimigos da alegria. Um destes grandes inimigos é a ansiedade, e é por isso que o apóstolo Paulo nos diz para não andarmos ansiosos por coisa alguma.


Como vemos a alegria não é um sentimento, mas uma atitude que tomamos pela fé em Jesus todos os dias. Vejamos aqui alguns passos, simples e eficazes, que você pode tomar para exercitar a sua fé e viver se alegrando no Senhor:
1. Alimente-se das promessas divinas.
Medite na Bíblia, a Palavra de Deus, todos os dias. Assim você terá sempre combustível para a sua fé. Muitos dos filhos de Deus afirmaram que o segredo da sua vida espiritual era encher suas almas de alegria todos os dias nos momentos a sós com Deus na Palavra e na oração. George Muller afirmou: “A primeira e principal coisa que eu tinha de fazer todos os dias era alegrar minha alma no Senhor”.
2. Entregue suas lutas e necessidades a Deus através da oração.
Quando entregamos nossas lutas e necessidades a Deus elas deixam de ser nossas. Isto faz com que sintamos o alívio de nossos fardos (Mateus 11.28) e desfrutemos de confiança quanto à resposta do melhor de Deus para a nossa vida.
3. Ao orar, termine agradecendo e louvando a Deus.
Paulo diz que devemos orar com ação de graças. Louvor é gratidão, e quando terminamos nossas orações louvando a Deus pela Sua fidelidade, bondade e pelo Seu cuidado para conosco, nós somos fortalecidos em nossa fé para esperarmos a resposta.
A promessa bíblica é que você experimentará, além da alegria, a paz de Deus que excede o conhecimento humano. Esta paz guardará o seu coração e sua mente, e permitirá que a alegria do Senhor seja sempre abundante em sua vida.
Como igreja, nós já estamos em nossa Campanha de Jejum e Oração de 21 dias. Ela será concluída no próximo dia 26, em nossos cultos de celebração.
Sendo assim, nesta última semana de nossa Campanha, além de nossa prática de jejum e oração em nossos lares e Grupos Pequenos, nós teremos também a nossa Sala de Oração aberta até às 22 horas e a oportunidade do Relógio de Oração divulgada em nossos cultos.
Fique atento nos cultos. Participe, ore, e experimente a vitória da alegria em sua vida!

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Santa Ceia - Uma experiência de renovação

A ceia é uma cerimônia instituida por Jesus Cristo onde rememoramos a Sua obra redentora por nós no Calvário. Este ritual existe para que nós cristãos jamais nos esqueçamos da seriedade com que Deus trata o pecado e da grandiosidade do Seu amor por todos nós. É por isso que o apóstolo Paulo nos ensina que devemos celebrar a Santa Ceia em memória de Jesus, anunciando a morte dEle até que Ele venha (1 Coríntios 11:25-26).


Mas a ceia não é meramente um ritual, é uma cerimônia espiritual, viva e dinâmica. A ceia deve ser um momento de auto-avaliação sincera, onde permitimos que o Espírito Santo nos sonde e nos prove, revelando iniquidades que possam passar despercebidas ao nosso coração, ou mesmo pecados conscientes que precisamos confessar e abandonar.
A ceia é também uma cerimônia de renovação. Deve ser um tempo de renovarmos o nosso amor e o nosso compromisso com o nosso Salvador Jesus, e nos abastecermos de Sua graça para a nossa caminhada de fé com Ele.
Um dia você aceitou Jesus em seu coração. Um dia você testemunhou da sua conversão através do batismo e se comprometeu definitivamente com Cristo, Seu Reino e Sua Igreja. Na ceia este compromisso deve ser renovado. Você deve sair do templo da igreja completamente comprometido com o Senhor nas mesmas bases de quando você se entregou a Ele, porém com uma maior amplitude. Isso é verdadeiro, pois à medida que caminhamos com Cristo a extensão do nosso compromisso deve aumentar e não diminuir.
Muitas pessoas fazem seus compromissos em um determinado nível na sua conversão e depois vão se tornando negligentes, até o ponto em que já não existe compromisso, somente uma religião sem vida e vazia. O relacionamento com Deus é como o relacionamento dentro do casamento. Há um compromisso feito no dia do casamento que deve ser renovado constantemente, porque senão o amor deixará de existir e haverá a quebra dos votos feitos ao cônjuge.
Você que nasceu de novo e já se comprometeu com o Senhor Jesus através do batismo, aproveite esta grande oportunidade de renovação da sua fé e relacionamento com Deus. E você, que ainda está em um processo de entrega a Deus, sinta-se desafiado a comprometer-se totalmente com o Senhor e assim tomar as decisões necessárias para participar da mesa da comunhão.

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Força em tempos de fraqueza

Existem momentos e/ou períodos na vida em que nos sentimentos fracos, incapazes de prosseguir em nossa caminhada de fé, inadequados para realizar e concluir as tarefas nas quais estamos envolvidos. É o que eu chamo de “Síndrome do Meio do Caminho”. Foi o que o povo de Judá enfrentou na reconstrução dos muros de Jerusalém, conforme registra o livro bíblico de Neemias.
Algo que nos chama atenção na narrativa é a afirmação feita no capítulo 4: “Assim, edificamos o muro, e todo o muro se fechou até a metade de sua altura; porque o povo tinha ânimo para trabalhar” (Neemias 4:6). O relato afirma que o povo trabalhou com todo o ânimo para reconstruir o muro, mas somente até a metade do muro. O relato segue ao seguinte ponto: “Então disse Judá: Já desfaleceram as forças dos carregadores, e os escombros são muitos, e nós não poderemos edificar o muro” (Neemias 4:10).
Você já experimentou tempos de fraqueza como esse? Já sofreu a “Síndrome do Meio do Caminho”? Vejo isto acontecendo o tempo todo com pessoas em várias fases da vida e em várias situações: preparativos para o casamento, faculdade, construção de uma casa, estabelecimento de uma empresa, na caminhada da fé, etc.
Mas, voltando à história de Neemias, o que aconteceu no final? O que eles fizeram diante do quadro de fraqueza e desânimo?
Primeiro, eles restauraram a sua visão de Deus. Em 4.14 vemos Neemias lembrando o povo a respeito de quão grande e temível é o Senhor Deus. Eles tiraram a visão dos problemas e a recolocaram em Deus. Com a visão renovada de Deus, veio nova coragem e força para prosseguir.
Segundo, eles reafirmaram a sua confiança em Deus. Em 4.20 Neemias afirma ao povo: “Nosso Deus lutará por nós!” Tempos de fraqueza nos ensinam a superar a nossa fadiga, frustrações e medos com uma nova fé e confiança em Deus. Nós podemos confiar na ajuda e capacitação de Deus para vencer. Ele luta por nós!
Terceiro, eles decidiram perseverar até o fim. Neemias decidiu persistir na obra. Para isso, ele e o povo deram tudo o que tinham. Foram às últimas consequências. Trabalharam durante a noite, não foram para casa, nem mesmo trocavam suas roupas ou largavam suas armas.
E como termina essa história? A Bíblia diz que eles concluíram todo o muro em 52 dias e que os inimigos reconheceram que Deus fizera esta obra (6.15-16). E então? Você pode também vencer a “Síndrome do Meio do Caminho” e encontrar força em tempos de fraqueza. Faça como Neemias e testemunhe a sua vitória!

Existem momentos e/ou períodos na vida em que nos sentimentos fracos, incapazes de prosseguir em nossa caminhada de fé, inadequados para realizar e concluir as tarefas nas quais estamos envolvidos. É o que eu chamo de “Síndrome do Meio do Caminho”. Foi o que o povo de Judá enfrentou na reconstrução dos muros de Jerusalém, conforme registra o livro bíblico de Neemias.

Algo que nos chama atenção na narrativa é a afirmação feita no capítulo 4: “Assim, edificamos o muro, e todo o muro se fechou até a metade de sua altura; porque o povo tinha ânimo para trabalhar” (Neemias 4:6). O relato afirma que o povo trabalhou com todo o ânimo para reconstruir o muro, mas somente até a metade do muro. O relato segue ao seguinte ponto: “Então disse Judá: Já desfaleceram as forças dos carregadores, e os escombros são muitos, e nós não poderemos edificar o muro” (Neemias 4:10).

Você já experimentou tempos de fraqueza como esse? Já sofreu a “Síndrome do Meio do Caminho”? Vejo isto acontecendo o tempo todo com pessoas em várias fases da vida e em várias situações: preparativos para o casamento, faculdade, construção de uma casa, estabelecimento de uma empresa, na caminhada da fé, etc.

Mas, voltando à história de Neemias, o que aconteceu no final? O que eles fizeram diante do quadro de fraqueza e desânimo?

Primeiro, eles restauraram a sua visão de Deus. Em 4.14 vemos Neemias lembrando o povo a respeito de quão grande e temível é o Senhor Deus. Eles tiraram a visão dos problemas e a recolocaram em Deus. Com a visão renovada de Deus, veio nova coragem e força para prosseguir.

Segundo, eles reafirmaram a sua confiança em Deus. Em 4.20 Neemias afirma ao povo: “Nosso Deus lutará por nós!” Tempos de fraqueza nos ensinam a superar a nossa fadiga, frustrações e medos com uma nova fé e confiança em Deus. Nós podemos confiar na ajuda e capacitação de Deus para vencer. Ele luta por nós!

Terceiro, eles decidiram perseverar até o fim. Neemias decidiu persistir na obra. Para isso, ele e o povo deram tudo o que tinham. Foram às últimas consequências. Trabalharam durante a noite, não foram para casa, nem mesmo trocavam suas roupas ou largavam suas armas.

E como termina essa história? A Bíblia diz que eles concluíram todo o muro em 52 dias e que os inimigos reconheceram que Deus fizera esta obra (6.15-16). E então? Você pode também vencer a “Síndrome do Meio do Caminho” e encontrar força em tempos de fraqueza. Faça como Neemias e testemunhe a sua vitória! 

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A terra do entre

Você conhece a “Terra do Entre”? Já passou por ela? É provável que sim. Todos nós, em um período ou outro da vida atravessamos a “Terra do Entre”. Se não, avalie comigo.
Se você tem orado por algum tempo pela conversão de alguém que ama, sem, contudo, ver a resposta de Deus, você está na Terra do Entre. Se você está passando por uma crise no casamento, se você está enfrentando a dor de perder um ente querido, se você está se tratando de uma enfermidade difícil, se você está lidando com um filho rebelde, se está passando pela angústia do desemprego ou pela frustração de não ter sido aprovado no vestibular, você, muito provavelmente, está na Terra do Entre.
Esta “Terra” representa aqueles períodos da vida em que estamos em transição, em que saímos de uma zona de conforto, de um período de certa segurança e estabilidade, para outro em que não temos certeza de nada. Na verdade, nós sabemos que do outro lado encontraremos realização, segurança, proteção, alegria, cura, liberdade. Mas, por hora, nos encontramos no espaço entre o ponto de partida e a linha de chegada. Encontramo-nos entre a oração feita e a resposta dessa oração, entre a fé na promessa de Deus e a alegria do seu cumprimento.
Para compreendermos melhor a Terra do Entre, nós podemos usar a analogia da peregrinação do povo de Israel no deserto, quando da sua saída do Egito para a Terra Prometida. No caminho, eles ficaram um período nesta Terra do Entre.
O livro bíblico de Números retrata parte deste período do povo de Israel. No capítulo 11 vemos que eles estavam bem próximos da Terra Prometida, mas ainda não haviam chegado lá. Portanto, eles ainda se encontravam na Terra do Entre. Através dessa história, nós podemos tirar algumas conclusões importantes para nós que estamos caminhando na Terra do Entre:
Primeiro, a Terra do Entre é um solo fértil para a reclamação. Podemos estar cansados, frustrados ou angustiados neste período, e isso pode nos levar a reclamação.
Segundo, a Terra do Entre é um solo fértil para a provisão de Deus. Ele não nos abandona na Terra do Entre e nem nos deixa à mingua.
Terceiro, a Terra do Entre é um solo fértil para a disciplina/correção de Deus. Nesta terra nós somos tratados e ensinados pelo Deus de amor.
Quarto, a Terra do Entre é um solo fértil para o crescimento transformador. Ao continuarmos firmes na fé neste período de transição, veremos que toda a situação promove o melhor de Deus para nós.
Viva a Terra do Entre! Persevere até a próxima etapa de sua vida.

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Fé ousada e inabalável - Parte 2

Nós temos refletido nos últimos cultos sobre o tema da fé. A minha oração é que a sua fé seja ousada o bastante para tomar posse das promessas de Deus; e inabalável para que você encontre estabilidade e segurança nEle.
Mas, quais são os benefícios de nutrirmos e vivermos uma fé com estas qualidades? Gostaria de utilizar a história bíblica registrada no livro de Números, nos capítulos 13 e 14, para ilustrá-los. Esta história é conhecida como “A missão dos 12 espias”.
Os fatos dessa história ocorreram quando o povo de Israel estava na fronteira da terra prometida por Deus. Neste ponto, Moisés envia 12 espias para verificarem a terra e retornarem com um relatório a respeito da mesma.
O que é marcante nesta história, é que dos 12 espias, somente dois trouxeram um relatório compartilhado com fé e confiança na conquista da terra (Josué e Calebe). Os demais deram um relatório negativo e fizeram com que todo o povo desanimasse e deixasse de crer na concretização da promessa de Deus.
Vamos focar no exemplo positivo de fé de Josué e Calebe, e enumerar alguns benefícios de termos uma fé ousada e inabalável em Deus.
Em primeiro lugar, nós temos perspectiva de vitória. Devido à fé, os obstáculos para a concretização da promessa diminuem. Vemos isso claramente no contraste entre as declarações de Calebe e as dos demais espias. A Fé diminui os nossos problemas. Quanto maior o nosso Deus, menores são os nossos problemas.
Em segundo lugar, nós experimentamos milagres. A fé abre a porta para a concretização dos milagres de Deus em nossas vidas. A Bíblia diz que tudo é possível para Deus (Lucas 1.37), mas que a incredulidade opõe-se a realização dos Seus milagres (Mateus 13.58). Calebe e Josué creram e experimentaram o milagre de entrar na Terra Prometida.
Em terceiro lugar, Deus age em nosso favor. A Bíblia diz que até os descendentes de Calebe seriam abençoados devido a sua fé (Números 14.23-24). Deus não é nosso servo e nem um gênio para atender os nossos desejos. Mas, ao mesmo tempo, vemos na Bíblia que Deus age de acordo com a nossa fé e honra aqueles que confiam nEle (Mateus 9.27-29).
Em quarto lugar, As promessas de Deus se cumprem em nós. Há milhares de promessas na Bíblia que o Senhor deseja que tomemos posse e experimentemos seu cumprimento através da fé. Fé é “a certeza daquilo que esperamos” (Hebreus 11.1).
Como vemos também no livro de Hebreus, “sem fé é impossível agradar a Deus” (11.6). Portanto, agrade a Ele ao confiar em Seu caráter e em Sua fidelidade. Deus te abençoe com uma fé ousada e inabalável!

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Fé ousada e inabalável - Parte 1

Nós estamos vivendo dias difíceis e com muitos desafios. As dores, angústias, sofrimentos, ansiedades e incertezas estão presentes em toda parte. Mas como podemos enfrentar tudo isso?
Para mim a resposta está em nossa fé. Não em qualquer fé, mas na fé no Deus do impossível, o Deus da Bíblia, o Deus que oferece salvação a todos através do Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo.


Creio que o lado bom dos dias difíceis é que podemos crescer em nossa fé neste Deus. Isso porque ninguém cresce na fé em períodos de conforto e segurança. Dias como os que estamos vivendo podem contribuir para o nosso crescimento na fé, que por sua vez gera em nós maturidade espiritual, fortalecimento de caráter, intimidade com Deus e muitas ricas e preciosas bênçãos.
A Bíblia, a Palavra de Deus, fala muito de fé. É através da fé que somos salvos pela graça (Efésios 2.8) e que podemos desfrutar de um relacionamento correto com Deus. A justiça de Deus em nossas vidas, do princípio ao fim, é pela fé (Romanos 1.17). Vamos refletir sobre o que não é fé:
Fé não é desejo. Podemos desejar algo sem crer que Deus seja capaz de realiza-lo.
Fé não é confissão positiva. Não adianta ficarmos repetindo uma mentira para que ela se torne verdade.
Fé não é sentimento. Aliás, frequentemente os nossos sentimentos trabalham contra a nossa fé.
Fé não é fazer barganha com Deus. A fé genuína não precisa ver antes para crer.
Mas, o que é fé? A Bíblia nos dá uma definição clara no texto de Hebreus 11.1: “Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos”. Podemos afirmar de forma simples que fé é vermos a vida com a perspectiva de Deus. A fé tem haver com visão. Fé é um jeito de ver. Não vemos (ainda) com nossos olhos físicos, mas podemos ver com “os olhos do nosso coração” (Efésios 1.18-19). Rick Warren afirma que fé, em uma definição simples, é ver tudo do ponto de vista de Deus.
A minha oração é que a sua fé seja ousada o bastante para tomar posse das promessas de Deus; e inabalável para que você encontre estabilidade e segurança nEle. Que você veja a vida com os olhos do seu coração cheio de fé, com a perspectiva de Deus, e que você descubra recursos e caminhos que você jamais viu na estrada da dúvida e da incredulidade.
Busque o Senhor Deus e viva sua fé intensamente. Uma fé ousada e inabalável é tudo o que precisamos nestes dias.

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Tenda do encontro

Moisés tinha o costume de se encontrar a sós com Deus. O texto de Êxodo, capítulo 33 versos de 7 a 9, afirma que além da tenda em que habitava, Moisés costumava montar outra tenda, a qual chamava “Tenda do Encontro”. Esse era um espaço destinado àqueles que queriam estar com Deus e ouvir a sua voz. Veja comigo três características da Tenda do Encontro:
1. A tenda do encontro é um lugar fora do acampamento! (vs.7) Desde a libertação e saída do Egito, o povo de Israel vivia como nômade no deserto, habitando em tendas que, reunidas, formavam um grande acampamento. À parte disso, Moisés montava a Tenda do Encontro. Fora do acampamento havia um espaço para quem quisesse consultar o Senhor. Aquela tenda, então, era algo separado dos compromissos e experiências do dia-a-dia do povo. A pessoa tinha que sair do acampamento para chegar até lá. Semelhantemente, nós, hoje, devemos separar um tempo para estar com Deus. Em meio aos muitos afazeres de agendas superlotadas, certamente não conseguiremos nos encontrar satisfatoriamente com Ele.
2. A tenda do encontro é um lugar envolvido por grandes expectativas! (vs.8) Aquela era uma tenda envolvida por grandes expectativas. Sempre que Moisés se dirigia para lá, o povo ficava observando-o da entrada de suas tendas até que ele chegasse e entrasse. Grandes expectativas ocupavam o coração do povo, pois Moisés se encontraria com Deus e, com certeza, algo significativo aconteceria. Um encontro particular com o Senhor não poderia resultar em nada. A Bíblia diz em Hebreus 11.6 que: “Sem fé é impossível agradar a Deus...”. Aquele que vai ao encontro de Deus deve crer que aquele momento será real (ou seja, Deus existe e, de fato, estará presente) e que não sairá de mãos vazias (ou seja, algo significativo acontecerá).
3. A tenda do encontro é um lugar de manifestação da presença de Deus! (vs.9) Quando o povo via a coluna de nuvem parada à entrada da tenda, todos prestavam adoração em pé, cada qual na entrada de sua própria tenda. O Senhor falava com Moisés face a face, como quem fala com seu amigo. Na Tenda do Encontro, o Senhor estava presente e se manifestava a Moisés. Quando Moisés adentrava a tenda, a coluna de nuvem que acompanhava o povo de Israel no deserto durante o dia descia e se colocava na entrada da tenda. Algo impressionante acontecia nessa oportunidade: “O Senhor falava com Moisés face a face, como quem fala com seu amigo”.
Assim como Moisés, podemos e devemos construir em nossas vidas uma Tenda de Encontro com Deus!

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Cuidado e consolidação

"Por isso mesmo, empenhem-se para acrescentar à sua fé a virtude; à virtude o conhecimento; ao conhecimento o domínio próprio; ao domínio próprio a perseverança; à perseverança a piedade; à piedade a fraternidade; e à fraternidade o amor. Porque, se essas qualidades existirem e estiverem crescendo em suas vidas, elas impedirão que vocês, no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo, sejam inoperantes e improdutivos" (2 Pedro 1.5-8).

Quando o apóstolo Pedro afirma “empenhem-se para acrescentar”, ele está nos ensinando que em nossa caminhada espiritual há coisas que nós temos que fazer. Ou seja, há a parte de Deus e há a nossa parte. Nós corremos perigo quando nos esquecemos que nós não podemos fazer o que Deus faz e que Deus não faz o que podemos fazer.
Nós não podemos salvar ou santificar a nós mesmos. Somente Deus pode fazer isso em nós. Porém, Deus não desenvolverá em nós bons hábitos que construirão o nosso caráter cristão. Ele também não irá nos forçar a caminharmos corretamente em Sua presença. Isso tudo é a nossa parte.
Como Pedro diz nós devemos nos empenhar em acrescentar virtudes cristãs a nossa vida. “Acrescentar” significa que nós precisamos construir o hábito de fazer determinadas coisas que nos levarão a crescer na fé e a sermos operantes e produtivos no Reino de Deus, como vemos no texto.
É importante destacar que nós precisamos uns dos outros na comunidade da fé, a igreja, para desenvolvermos as virtudes cristãs. É por isso que nós temos um trilho de integração e crescimento espiritual para todas as pessoas que chegam e estão em nossa igreja.
Em nosso calendário ministerial nós iniciamos hoje a Estação da Consolidação. Esta é a estação em que os membros da igreja e os participantes devem procurar estreitar os relacionamentos e cuidar uns dos outros. O foco está no fortalecimento da fé e na consolidação dos frutos que Deus nos deu durante toda a Estação do Crescimento.
Consolidar significa tornar seguro, sólido, firme, estável. As palavras chaves desta estação são cuidado e consolidação. Nós queremos que cada membro e cada participante da igreja possuam uma fé firme e inabalável em Cristo, e que consolide o seu relacionamento pessoal com Deus a cada dia.
Por isso, convidamos você a seguir o trilho que nossa igreja dispõe e assim consolidar sua fé em Cristo e sua experiência de salvação e santificação. Ao mesmo tempo, desafiamos você a cuidar e consolidar alguém que Deus tem colocado em sua vida nesta caminhada de fé. Venha viver intensamente esta estação. Vamos juntos!

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Perseverança e obediência

“Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito” (Romanos 8:28).

Deus sempre está trabalhando para o bem daqueles que o amam, dos que andam em obediência e são perseverantes. Isso me faz consciente que preciso me manter servindo a Ele em todo tempo e em toda situação, pois esse é o desejo dEle, que eu faça a minha parte.
Em primeiro lugar, eu preciso crer em SUA PRESENÇA. Deus está comigo, me fortalecendo e fazendo que eu viva o processo de Romanos 8, experimentando Suas promessas e propósitos através do Espírito Santo, que me leva ser um vencedor através do Seu poder.
As circunstâncias e os problemas que enfrentamos normalmente nos fazem vivenciar um declínio onde a dor, o medo, a insegurança, o rancor, a tristeza, tomam conta da nossa mente. Com isso, não notamos a presença de Deus cuidando de nós, e assim começamos a duvidar se Ele está conosco e não enxergamos e nem sentimos a grandeza de Seu amor. Em Isaías 43.2 Deus diz: “Quando você atravessar águas profundas, eu estarei ao seu lado, e você não se afogará. Quando passar pelo meio do fogo, as chamas não o queimarão”. A promessa que Ele nos faz é que SUA PRESENÇA está conosco.
Em segundo lugar, eu preciso crer no SEU CHAMADO. Deus nos selecionou, separou, escolheu, através de Jesus, para gozarmos as mais ricas promessas dEle. 1 Pedro 5.10 afirma: “Mas, depois de sofrerem por um pouco de tempo, o Deus que tem por nós um amor sem limites e que chamou vocês para tomarem parte na sua eterna glória, por estarem unidos com Cristo, ele mesmo os aperfeiçoará e dará firmeza, força e verdadeira segurança”.
Deus nos chamou para cuidar da nossa posição em Cristo. Ela significa que somos aceitos, amados, perdoados, recebidos e significantes… tudo porque Ele é Deus. Ele nos deu o Seu amor e nos garante essa posição. Por outro lado lutamos contra nossa condição diária, que depende da nossa entrega e vontade de andar com Deus e deixá-lo, através do poder do Espírito Santo, transformar nossas vidas. Isso inclui a disciplina diária de confessarmos nossos pecados, nos arrepender, adorar ao nosso Deus, orar, ler a Bíblia e viver todas as coisas que sabemos que precisamos fazer. Essa é a nossa parte em cooperar com Deus, para que Ele possa fazer o trabalho transformador, segundo a Sua vontade!
Deus trabalha em nós para que nEle sejamos perseverantes e obedientes, nos tornando maduros na fé e vencedores para alcançarmos a vida eterna juntamente com Ele na glória.

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Falta uma coisa

“E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e segue-me” (Marcos 10:21).

Nas atividades do dia a dia é normal percebermos a falta de alguma coisa. Às vezes sentimos falta de uma coisa em nossa refeição, falta de uma coisa em nossa roupa, em nosso carro, em nossa casa, em nossos relacionamentos, etc.
Em outros momentos nós podemos sentir falta de alguma coisa dentro de nós. Há pessoas que dizem que lhes falta tranquilidade, calma, paz, esperança, alegria, amor, etc. Com certeza todos nós já sentimos falta de alguma coisa em nosso interior. Algumas vezes nós sabemos que está faltando algo, contudo, sem conseguir identificar o que é.
Seja como for, às vezes nós precisamos da ajuda de outra pessoa para identificar o que está acontecendo conosco e o que está faltando a nós. Foi o que aconteceu com o jovem rico. Este jovem encontrou-se com Jesus com toda humildade, sinceridade e respeito. Ele ajoelhou-se diante de Jesus e perguntou-lhe o que precisava fazer para herdar a vida eterna.
A resposta de Jesus a este jovem foi tão surpreendente para ele quanto o seria para nós. Jesus respondeu a ele: “Falta-te uma coisa; vai, vende tudo quanto tens...”
Quando Jesus disse que o jovem deveria vender tudo quanto possuía, estava dizendo que para alguém se tornar um cristão é necessário entregar a Ele todo o seu ser.
Ser cristão significa crer que Jesus é Deus e digno de receber tudo o que tenho e tudo o que sou. Significa que creio nEle o suficiente para render-lhe o controle total da minha vida. A marca de um cristão é a entrega total. É exatamente por isto que Jesus pediu àquele jovem que abrisse mão de sua riqueza. Seu coração teria que ser inteiro para Jesus e não dividido com as riquezas. O que Jesus pede a todos nós é um coração inteiro, porque nada menos do que isso é suficiente para andar com Ele.
Para aquele jovem estava faltando uma coisa para ter a vida eterna e a consequente paz em sua alma. Era a entrega total de si mesmo ao Senhor Jesus Cristo. É somente através de uma rendição total e irrestrita a Jesus que podemos desfrutar de plena salvação e de todos os benefícios da vida eterna.
E o que Jesus diria a você? Falta uma coisa a você também?

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Quem é o seu melhor amigo?

“Cumpriu-se assim a Escritura que diz: ‘Abraão creu em Deus, e isso lhe foi creditado como justiça’, e ele foi chamado amigo de Deus” (Tiago 2.23)

Você tem uma resposta rápida para a pergunta: “quem é o seu melhor amigo?”. Algumas pessoas têm muita dificuldade para respondê-la. Isso acontece porque vivemos em uma sociedade extremamente egoísta e individualista, com uma superficialidade trágica que permeia os relacionamentos. Há pessoas que dizem que não possuem amigos, pois não conseguem (ou não querem) construir verdadeiras amizades com ninguém. São aquelas que costumam dizer que possuem colegas, mas amigos, não.
É interessante que a Bíblia, a Palavra de Deus, valoriza profundamente os relacionamentos e as amizades, inclusive trazendo histórias lindíssimas de grandes amigos. Provérbios 18.24 diz que “há amigo mais chegado do que um irmão”. Outro texto afirma: “O amigo ama em todos os momentos; é um irmão na adversidade” (Provérbios 17.17).
Porém, o que há de mais maravilhoso na Bíblia sobre a amizade não é o relacionamento entre dois bons amigos, mas entre Deus e nós. Já imaginou como é possível o Criador do Universo ser amigo de um ser humano? Pois é, isso é possível. Foi exatamente isso que aconteceu com Deus e Abraão, um ser humano simples e comum como cada um de nós. Por crer em Deus com todo o seu coração, ele pôde desfrutar de uma amizade profunda e significativa com o seu Criador.
A Bíblia diz que, através do grande amor de Deus revelado por meio de Seu Filho Jesus Cristo, todo aquele que crê pode se tornar Seu amigo. Jesus mesmo afirmou: “Eu os tenho chamado amigos” (João 15.15).
Hoje, 10 de abril, é um dia especial para nós porque convidamos nossos amigos para o que chamamos “Culto do Amigo”. Este culto foi preparado com muito amor e carinho, regado em oração, e planejado para que você se sinta amado/a, muito bem recebido/a e com total liberdade para adorar e se relacionar com Deus.
Esperamos de todo o nosso coração que você tenha muitos amigos chegados ao longo de sua vida, mas, sobretudo, que possa ser amigo/a de Deus. Afinal, só Ele pode ser seu amigo em todos os momentos e situações, compreender em cada ocasião, perdoar por cada falta ou pecado e, ainda, fazer com que essa amizade dure para sempre.
Que neste culto do amigo, você possa se relacionar conosco, seus amigos, e com Aquele que é o melhor amigo que você pode ter em sua vida – Jesus Cristo, o Senhor!

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Compartilhe a sua riqueza

“Pois vocês conhecem a graça de nosso Senhor Jesus Cristo que, sendo rico, se fez pobre por amor de vocês, para que por meio de sua pobreza vocês se tornassem ricos” (2 Co 8.9)

Nesta segunda carta de Paulo aos coríntios nós encontramos esta pérola das Escrituras. O apóstolo expressa a maravilhosa graça que nos é oferecida em Cristo a fim de motivar os cristãos a dispensarem esta mesma graça às pessoas. No contexto específico deste texto, Paulo motivou os cristãos de Corinto a levantarem uma ajuda financeira para os cristãos pobres da Judéia, pois esta seria uma forma de manifestar a graça de Deus aos seus irmãos na fé.
O texto diz que o Senhor Jesus Cristo, “sendo rico, se fez pobre por amor” de nós. Esta riqueza de Cristo é uma referência a Sua eternidade e a Sua glória divina antes de se tornar homem. Como Deus, Cristo é rico. Ele é dono de todas as coisas e possui todo poder, autoridade, soberania, glória, honra e majestade. Porém, Ele “se fez pobre” por amor. Este ato é uma referência a Sua encarnação. Ele renunciou o exercício independente de todas as Suas prerrogativas divinas, deixou seu lugar com o Pai, tomou forma humana e morreu na cruz como um criminoso comum.
Assim, nós, crentes em Jesus, nos tornamos espiritualmente ricos através do Seu sacrifício e empobrecimento. Nós nos tornamos ricos em salvação, perdão, alegria, paz, amor, glória e honra. Nós nos tornamos co-herdeiros com Cristo (Romanos 8:17).
Por sermos ricos somos chamados a imitar o nosso mestre. Somos chamados a nos empobrecer para que esta riqueza que temos possa ser comunicada a pessoas necessitadas. Somos chamados a abençoar as pessoas assim como Cristo fez conosco.
Nós podemos fazer isso de muitas maneiras: financeiramente, fazendo uma visita carinhosa, orando por alguém, oferecendo perdão a quem nos feriu, nos dedicando com excelência em um ministério que alcance vidas, compartilhando o Evangelho, convidando alguém para o culto do amigo, etc.
Pensando na vida de nossa igreja nestes dias, gostaria de motivar você a focar seu amor e riqueza em trazer as pessoas para o Culto do Amigo, que acontecerá no próximo domingo, dia 10. Nesta semana, foque suas orações e ações nas pessoas que Deus tem colocado em seu coração. Vá até elas, convide-as, expresse seu amor e carinho. Se possível, ofereça carona para virem à igreja. Faça o que for necessário para que esta pessoa possa experimentar a presença e a salvação de Jesus neste dia.
Lembre-se que o milagre divino é este: quanto mais você usa sua riqueza para abençoar outros, mais você tem. Você tem feito outras pessoas ricas com a sua vida?

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Missionários

Saiba quem são e onde estão os missionários apoiados pela Igreja Missionária Comunidade Shalom. Clique nos marcadores para ver os detalhes.

Envie um e-mail de apoio e encorajamento para eles. Suas orações são fundamentais para o desenvolvimento dos seus trabalhos e se você gostaria de contribuir financeiramente, faça contato com nossa secretaria.

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